De fundo o verde de uma floresta ao pé de uma montanha, um vale. Ao alto do vale uma montanha cujo cume se encontra congelado. No rio que corta o vale, um monge, vestido de roupas cor-de-abobora, silenciosamente medita. O silêncio só não é total por causa da àgua que corre, clara e quase despercebida, o monge em uma pedra, no meio do rio. Em uma pedra ao lado, como que em encanto, um corvo observa a cena, respeitando o silêncio.
27 de agosto de 2004
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